Publicado em 25 de agosto de 2026

Governo cria grupo de trabalho para reforçar o Minha Casa, Minha Vida no Norte e Nordeste

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Conjunto de casas populares do programa Minha Casa, Minha Vida

O Ministério das Cidades criou um grupo de trabalho dedicado a fortalecer o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas regiões Norte e Nordeste. A medida foi formalizada pela Portaria MCID nº 1.078/2026, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (21).

Quem compõe o grupo

O GT terá sete representantes, indicados pelas seguintes áreas do ministério:

  • Gabinete do Ministro
  • Secretaria-Executiva
  • Secretaria Nacional de Habitação
  • Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano
  • Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana
  • Secretaria Nacional de Periferias
  • Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental

A coordenação ficará a cargo do Secretário Nacional de Habitação.

Prazo e funcionamento

O grupo tem caráter executivo e temporário, com reuniões mensais até 31 de dezembro de 2027 — prazo que pode ser prorrogado.

O que o GT deve fazer

Entre as atribuições previstas na portaria estão:

  • propor e acompanhar medidas de fortalecimento do MCMV no Norte e Nordeste, considerando as particularidades regionais;
  • elaborar estratégias para aprimorar as diretrizes do programa;
  • subsidiar a formulação de normas a partir das especificidades identificadas;
  • propor e acompanhar iniciativas regionalizadas;
  • integrar conhecimentos entre as diferentes áreas do ministério;
  • monitorar os resultados das ações;
  • articular com estados, municípios e outros entes subnacionais;
  • estabelecer interlocução com órgãos do governo, entidades da sociedade civil e atores estratégicos.

Por que isso importa para o setor

A criação de um GT com prazo definido e poder de subsidiar normas sinaliza que as regras do programa podem mudar nas duas regiões — tanto em diretrizes quanto em critérios operacionais. Para construtoras e incorporadoras que atuam no Norte e Nordeste, é um canal a acompanhar de perto: a articulação prevista com estados, municípios e entidades da sociedade civil abre espaço para que demandas do setor cheguem à mesa antes de a norma sair.

Com informações da CBIC.

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